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«Taremi, Otávio e Pepe são a espinha dorsal do FC Porto»

O treinador do Sporting, Rúben Amorim, manifestou esta sexta-feira, em Lisboa, na conferência de imprensa de antevisão da final da Taça da Liga – na qual os leões, detentores do troféu (2021/22) vão defrontar sábado (19.45 horas) o FC Porto, no Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria – esperança em erguer novamente o troféu, apesar da valia dos dragões, campeões nacionais e detentores da Taça de Portugal, sublimada pelo desejo de vencer uma competição na qual nunca triunfaram.

«É verdade que as duas equipas, com os atuais treinadores, já se defrontaram muitas vezes, sim. Se alguma ainda conseguirá surpreender a outra, acho difícil, mas cada jogo tem a sua história: depende de como se adaptam. Para mais, somos dois treinadores cujas equipas já jogaram várias vezes uma com a outra. O FC Porto mudou a sua forma de jogar desde o último clássico, nós também temos ‘nuances’ diferentes», é a perspetiva de Rúben Amorim para o que os adeptos do futebol poderão assistir na noite de sábado, em Leiria, na final da Taça da Liga (19.45 horas).

«São equipas com estilos diferentes, em que cada uma vai querer levar o seu a ser mais forte durante o jogo. Os jogadores mais perigosos do FC Porto? Taremi faz muitos golos, Otávio tem uma alma e divide o jogo como ninguém… e depois há o Pepe, que dá todo um jogo diferente ao FC Porto! Mas o FC Porto vale muito pelo seu todo, pela agressividade que tem. Esses três, juntamente com o [Matheus] Uribe, formam uma base com muitos anos, dão estabilidade à equipa. A espinha dorsal da equipa do FC Porto é essa», considerou Rúben Amorim, sem deixar de frisar ser mais importante para o Sporting vencer… do que para os dragões.

«Sei que teremos de aumentar a intensidade e a agressividade. Não se pode defrontar o FC Porto, principalmente o FC Porto de de Sérgio Conceição, sem se ser muito intenso e agressivo», foi a ‘receita do êxito’ que preconizou de antemão o treinador leonino.

«É muito mais importante para nós [conquistar o troféu] do que para o FC Porto. Porquê? Porque já saímos da Champions e da Taça de Portugal… e porque temos menos títulos. Do outro lado, está o campeão nacional e vencedor da Taça de Portugal. Mas a vontade de vencer vai ser igual, conhecendo, como conheço, a forma de estar do treinador do FC Porto e do próprio clube. Ganhar a Taça da Liga é mais importante para nós. Precisamos deste título, e da confiança, que ele dá: há jogadores que têm demonstrado muito talento, mas não têm sido consistentes. Estou confiante que vamos vencer», foram os votos, esperançosos de Rúben Amorim.

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